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Serviço de Imprensa

HUMOR NEGOR DE “O HOMEM ALMOFADA”
16-11-2009


TEATRO EM CASTELHANO NO TEATRO DAS FIGURAS


No dia 21 de Novembro, Sábado às 21h30, o Teatro das Figuras apresenta “O Homem Almofada”, uma produção da companhia espanhola “Teatro del Noctámbulo"".

Fundado em 1994, na cidade de Badajoz, pelos actores Leandro Rey e José Vicente Moirón o “Teatro del Noctámbulo” iniciou o seu percurso com “Mi Rival”, uma co-produção com a companhia portuguesa “A Barraca”, encenada por Helder Costa. Segue-se a segunda produção “Pedro y el Capitán” de Mario Benedetti que, sob a direcção de Paco Carrillo, recebe o Prémio Honra 1998 no Festival Internacional de Teatro de Almada.

 
 

Em Novembro de 2006 o Teatro del Noctámbulo, fiel à sua linha de trabalho, enfrentou um novo desafio; levar a cabo a estreia absoluta em Espanha de “El Hombre Almohada” (“The Pillowman” na versão original). Uma comédia negra que é considerada o trabalho mais relevante de Martin McDonagh, uma razão de monta para que esta companhia se empenhasse e mantivesse fiel ao seu intento: conseguir não deixar o espectador indiferente.

A peça conta uma história do humor negro herdado de Eugène Ionesco, Harold Pinter e David Mamet. Influenciado pelo cinema de David Lynch, Martin Scorsese e Quentin Tarantino, o autor de O Homen Almofada, o irlandês de 38 anos, é considerado um génio do teatro contemporâneo e um rei do humor negro.

“El Hombre Almohada” continua em digressão após três anos. Aclamado pela crítica e pelo público, este espectáculo foi galardoado com sete prémios, dos quais se destaca o Prémio Extremadaura a la Creación 2008 entregue a José Vicente Moirón e os prémios de Melhor Espectáculo, Melhor Actor e Melhor Encenador nos festivais de Haro, Guadalajara e Puebla de la Calzada.

Os bilhetes para a peça têm o preço único de cinco euros.


SINOPSE:

Dois polícias, Ariel e Tupolski, interrogam o escritor Katurian K. Katurian sobre uma série de crimes, cometidos por um malfeitor desconhecido, em que as vítimas são crianças que foram torturadas, assassinadas ou desfiguradas. Inicialmente, Katurian não toma consciência de que ele é o principal suspeito, porque em tudo os crimes são idênticos às histórias por si escritas. Enquanto Tupolski, o polícia bom, e Ariel, o polícia mau, torturam barbaramente o escritor, este insiste na sua inocência. Mas a certa altura, inesperadamente, Katurian dispõe-se a confessar tudo, na condição de que não destruam as suas histórias.

 
 
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