A versão portuguesa, traduzida por Felipa Mourato, encenada por António Pires e interpretada por Jorge Mourato não é excepção. A primeira temporada na cidade de Lisboa registou cerca de 12.000 espectadores. Desde a segunda semana de exibição, as sessões de sexta-feira e sábado estiveram esgotadas. Na terceira semana, a sala passou a estar esgotada também aos domingos e as últimas duas semanas em cartaz registaram casa cheia todos os dias.
No Porto (Rivoli), 8.000 pessoas tiveram oportunidade de se divertir com a adaptação lusa desta peça, esgotando a sala durante a temporada e o Theatro Circo de Braga, no espectáculo único que encerrou o festival Mimarte 2009 a 03.07.2009, teve também casa cheia.
O olhar hilariante de CAVEMAN sobre a forma como homens e mulheres se relacionam, conjugado com a encenação de António Pires, as capacidades interpretativas e humor físico de Jorge Mourato, constituem o ‘segredo do sucesso’ em Portugal.
Mais sobre o Caveman
CAVEMAN faz-nos rir de nós próprios e da forma como homens e mulheres lutam, riem e amam. Casais um pouco por todo o mundo apaixonaram-se por este espectáculo, que encontra ainda seguidores fiéis junto da comunidade terapêutica, tendo sido visto e recomendado por milhares de psicólogos e profissionais de aconselhamento.
Com uma visão hilariante sobre a sensibilidade feminina e masculina contemporâneas, CAVEMAN encontrou uma forma de ir directo ao ‘cerne da questão’ na temática dos relacionamentos. Uma deliciosa comédia para ambos os sexos, de qualquer faixa etária ou camada social.
80 MINUTOS DE BOA DISPOSIÇÃO E HUMOR QUE NÃO PODE PERDER!
CAVEMAN EM PORTUGUÊS
Largamente conhecido na área da comédia, ROB BECKER escreveu DEFENDING THE CAVEMAN num período de 3 anos em que se dedicou ao estudo informal de antropologia, pré-história, psicologia, sociologia e mitologia. Esta peça transformou-se desde então num ‘apaziguador’ de mal-entendidos entre homens e mulheres.
ANTÓNIO PIRES é um reconhecido encenador português que desenvolve, desde 1990, um trabalho de teatro coreográfico, quer a convite de entidades várias, quer como impulsionador e produtor de diversos projectos. Com um sentido de humor único - de que a hilariante comédia PARANORMAL é apenas um exemplo - encenou várias peças com ANA BOLA, MARiA RUEF ou JOAQUiM MONCHiQUE. Tendo levado a cena os mais diversos autores e trabalhando sempre com actores de incontestável notoriedade, o seu nome está ligado a instituições como o TEATRO NACIONAL DE S. JOÃO e D. MARIA II, TEATRO S. LUÍS, TEATRO DA CORNUCÓPIA, TEATRO MARIA MATOS OU CHAPITÔ, entre outros.
O actor português JORGE MOURATO estreou-se, em 1999, na série de comédia RESIDENCIAL TEJO. Desde então participou em várias outras séries de TV e novelas nacionais, tendo conduzido ainda um programa sobre o comportamento sobrenatural nos seres humanos. Presença assídua em sketchs humorísticos de talk shows televisivos, integrou ainda diversas peças de Teatro, estando o seu percurso como actor intimamente ligado à comédia.
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